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Palco

Letra

[Gilberto Gil]

Subo nesse palco, minha alma cheira a talco
Como bumbum de bebê, de bebê
Minha aura clara, só quem é clarividente pode ver
Pode ver

Trago a minha banda, só quem sabe onde é Luanda
Saberá lhe dar valor, dar valor
Vale quanto pesa prá quem preza o louco bumbum do tambor
Do tambor

Fogo eterno prá afugentar
O inferno prá outro lugar
Fogo eterno prá consumir
O inferno, fora daqui

Venho para a festa, sei que muitos têm na testa
O deus-sol como um sinal, um sinal
Eu como devoto trago um cesto de alegrias de quintal
De quintal

Há também um cântaro, quem manda é Deus a música
Pedindo prá deixar, prá deixar
Derramar o bálsamo, fazer o canto, cantar o cantar
Lá, lá, iá

Curiosidades

Fernanda: Eu gosto muito de “Palco”, acho perfeita pra abrir o disco e o show, além do Gilberto Gil ser um artista muito especial e querido. (entrevista Grupo Quinquilharia).

Fernanda: A faixa é Palco. Single do disco que saiu aí que vocês já devem ter escutado. É uma música do Gilberto Gil. O Gilberto Gil acho que é unanimente aqui no grupo um cara muito querido, muito talentoso. A gente acompanha há muito tempo. Já tínhamos regravado o Sítio do Pica Pau Amarelo lá no comecinho do Pato Fu e agora vem Palco que é uma música de 1981 no disco chamado Luar que ele lançou. E ela é uma música super pop, muito bonitinha, que conta com os nossos, a nossa nova aquisição...um teclado de gatinhos fazendo a introdução. Vamos ouvir. (Faixa a Faixa Deezer).

Clipe

A Necrofilia de Arte

Letra

[Rubinho Troll/Gilberto Gil]

A necrofilia da arte
Tem adeptos em toda parte
A necrofilia da arte
Traz barato artigos de morte

Se o Lennon morreu, eu amo ele
Se o Marley se foi, eu me flagelo
Elvis não morreu, mas não vivo sem ele
Kurt Cobain se foi, e eu o venero

A necrofilia da arte
Dá meu endereço a quem não gosto
A necrofilia da arte
Faz compreender quem não conheço

Zunfus Trunchus que eu nem conhecia
Virou meu star no outro dia

Curiosidades

John: Zunfus Trunchus é o apelido de um velho amigo meu e do Rubinho Troll, da época do SEXO EXPLÍCITO, minha antiga banda, quando foi feita essa música. Usamos esse nome esquisito pra simbolizar uma pessoa desconhecida que poderia se tornar famosa da noite para o dia caso morresse...

Rubinho Troll sobre o fim Sexo Explícito: Depois de dez anos de infortúnio e miséria, sendo subusados e abusados por promotores de show e gravadoras, tocando com equipamento precário e sofrendo dos males causados pela teimosia de querer as coisas "ao nosso jeito" e só tocar o que quiséssemos, ou seja, "nossa própria música", só nos sobraram dois fãs, dos três que tínhamos. Um morreu de causas naturais, o outro endoidou e passou a comer cocô. Tentamos continuar, mas quando o baterista (Roger) quebrou seu último par reserva de baquetas, decidimos que era hora daquela banda sair da vida e entrar para a posteridade.

Pato Fu e Rubinho Troll: leia mais em "O Mundo Ainda Não Está Pronto", "Mamãe Ama É o Meu Revólver", "A Necrofilia da Arte", O Filho Predileto do Rajneesh" e "Menti Pra Você Mas Foi Sem Querer".

Versão do Sexo Explícito: aqui.

Curiosidades

John: é uma párodia do "Alfomega" de Gilberto Gil, que virou "A Necrofilia Da Arte" em nosso último disco,"Televisao De Cachorro".

Dudu Marote: Essa musica é uma paródia de "O Alfomega" do Gil... Que aliás tem mais de 30 anos que foi feita. "A Necrofilia" foi feita a uns 15 anos, mas só foi gravada agora. Ao procurarmos o Gil para ver como seria a autoria da musica, ele gostou e disse que aquilo era uma parceria. Muito legal, o Rubinho e o Gil nunca se encontraram!

Sítio do Pica-Pau Amarelo

Letra

[Gilberto Gil]

Boneca de pano é gente
Sabugo de milho é gente
E o sol nascente é tão belo
Sítio do Pica-Pau Amarelo
Emília, Pica-Pau
Narizinho, Pica-Pau
Dona Benta, Pica-Pau
Pedrinho, Rabicó< Emília! Narizinho! Dona Benta! Pedrinho! Rabicó! Sítio do Pica-Pau Amarelo Sítio do Pica-Pau Amarelo

Curiosidades

Em 2001, Pato Fu participou do Especial de Natal do Sítio do Pica-Pau Amarelo da Globo, cantando a música da jabuticaba (Ploquet Pluft Nhoque).

Clipe

Frutas e Verduras
Versão Brasileira, Direção Rodolfo Magalhães, Arte Eduardo de Jesus, Edição Eduardo Zech, Produção Laís Khouri.

Assista: Rodolfo Magalhães no YouTube.